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Carpe Diem!

"Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto." (Jeremias 17:5-8 RA)

Meu pastor pregou sobre essa palavra no culto de sexta. Enquanto as declarações dele iam em uma direção, subitamente meus pensamentos foram em outra..

Lendo esse texto pela enésima vez, percebi algo: vem o bem para o injusto, assim como há o ano de sequidão para o justo. O que quero dizer com isso?

Temos um Deus que "faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos."(Mt 5:45). Um Deus bom!

Mas mesmo que sejamos justos, há o ano de sequidão (embora a palavra diga que não seremos subjugados por ele) e mesmo sendo injustos, há o bem que vem (mesmo que não o vejamos - que na Bíblia tem o sentido de conhecer profundamente, completamente) .

Se você é justo, prepare-se, talvez um dia de sequidão vem a você. Ainda que você seja injusto, alegre-se, talvez o bem venha sobre você. E se você não sabe o que é, não se preocupe. Existem aqueles que são justos aos seus próprios olhos, mas que desprezam os outros e cuja justiça não passa de trapos de imúndicia perante os olhos de Deus (Lc 18:9, Is 64:6). Existem publicanos e meretrizes que entram no reino dos céus antes dos pregadores oficiais (Mt 21:31-32).

A melhor coisa a se fazer ainda é viver um dia de cada vez.

Acréscimo póstumo: "Portanto não fiquem preocupados com o dia de amanhã. Deus cuidará do dia de amanhã para vocês também. Já é suficiente a preocupação de cada dia." Mt 6:34

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Coisas do Coração...

Conta uma lenda popular do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a seu povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoas vivia no lugar de onde você vem? Perguntou, por sua vez, o ancião.

- Ah, um grupo de egoístas e malvados, replicou o rapaz. Estou satisfeito de ter saído de lá.

A isto o velho replicou:
- O mesmo você haverá de encontrar aqui.

No mesmo dia, um jovem acercou-se do oásis para beber água e, vendo o ancião, perguntou-lhe:
- Que pessoas vivem por aqui?

O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?

O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, honestas e hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta? Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui.

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